Phoenix Canariensis (Palmeira das Canárias)

 

Onde quer se encontre plantada, a Palmeira das Canárias (Phoenix Canariensis) é o centro das atenções pelo seu porte magestoso, de espique alto (até cerca de 20 metros) e grosso (atinge de 70 a 90 cm de diâmetro) com desenhos em forma de diamante onde as folhas foram cortadas; No cimo deste tronco único, apresenta-se uma magestosa coroa de folhas, frondes largas e longas (até 6 metros), pinadas (em forma de pena) com de 80 a 100 folíolos em cada lado da ráquis central, de um verde intenso e brilhante, com uma curvatura abobadada que dão à planta um ar de graciosidade e elegância difícil de encontrar em outras espécies. Por tudo isto e por ser extremamente robusta é que esta é uma das plantas ornamentais mais apreciadas em quase todo o mundo. Encontra-se em jardins e zonas verdes das cidades e urbanizações, em jardins e espaços envolventes de vivendas e moradias; em esplanadas junto à praia ou a ladear avenidas.
Quando associadas em grupos de diferentes portes ou a outras plantas, conseguem-se composições de rara beleza que valorizam o espaço arquitectónico onde se encontram.
O nome científico - Phoenix Canarienses - deriva etimológicamente do Grego mas, ao contrário do que se possa pensar, nada tem a ver com a ave mítica que renascia das cinzas mas sim com a Fenícia de onde os gregos supunham que era originária. Nas Ilhas Canárias, de onde é oriunda, esta planta é actualmente protegida encontrando-se no seu habitat natural em algumas das ilhas. Na ilha de La Gomera, os nativos extraem a seiva desta palmeira para produzir uma espécie de mel que é vendido no comércio local. A extração da seiva é feita através de incisões no caule, que não matam a planta.
As Phoenix Canarienses são tipicamente tropicais e devem ser cultivadas sob sol pleno, em solo fértil, leve e enriquecido com matéria orgânica e regas regulares durante o crescimento. Ainda que requeiram calor para o seu pleno desenvolvimento dão-se bem em climas temperados onde a temperatura não desça muito abaixo dos 10º C. São muito tolerantes à seca e à salinidade no solo, por isso se encontra com frequência em avenidas marginais junto ao mar. É usual a poda das folhas inferiores, para estimular o crescimento apical e reduzir o volume da copa, no entanto é aconselhável cortar apenas as folhas que se encontram num ângulo abaixo da horizontal. Multiplica-se por sementes.
O fruto é uma drupa oval com 2 cm de comprido e 1 cm de diâmetro, que quando maduro é de cor amarela a laranja vivo. A polpa do fruto é comestível, embora demasiado fina e pouco açucarada para constituir um fruto interessante para consumo humano. Cada fruto contém uma única semente envolta por um tegumento lenhificado.

A Crivila possui uma longa experiência na produção, preparação e transporte de palmeiras podendo, por isso oferecer, actualmente, a preço promocional uma grande quantidade destas plantas de diversos portes.

 
               
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